Mercado Pet de R$ 80 Bilhões e Saúde Mental: Notícias de 2 de Novembro de 2026

Tempo de leitura: 6 minutos

Segunda-feira, 2 de novembro de 2026, e o mundo pet segue em ritmo acelerado no Brasil. Hoje a gente reuniu o que há de mais sólido nos números do setor, nas novidades de saúde para cães e gatos e em uma dica de leitura que ajuda você a entender por que seu bichinho virou, de verdade, parte da família. Antes de começar, um aviso honesto: boa parte dos dados abaixo são projeções e levantamentos recentes, não “furos” do dia, e deixamos isso claro em cada item para você não confundir uma coisa com a outra.

Índice

1. Mercado pet deve passar de R$ 80 bilhões em 2026

De acordo com a projeção da Abinpet divulgada pelo portal da Band, o mercado pet brasileiro deve movimentar mais de R$ 80 bilhões até o fim de 2026. Se a estimativa se confirmar, o setor segue em alta de dois dígitos próximos, com crescimento na casa de 9,6% sobre o ano anterior. Para você que é tutor, isso significa mais opções de produtos, mais clínicas, mais serviços e, claro, mais concorrência, o que tende a ajudar na hora de comparar preço.

Na prática, o número mostra que gastar com o pet deixou de ser “luxo” e virou rotina de orçamento familiar. Ração, banho e tosa, plano de saúde, vacina e até creche para cachorro entram na conta mensal de muita gente. Quer conferir a matéria original? Leia na Band.

2. Pet food lidera e o Brasil é o 3º do mundo em animais

Outra estimativa, desta vez da Abempet e reproduzida pelo Compre Rural e pelo GiroNews, fala em R$ 81,24 bilhões em 2026, com o segmento de alimentação (pet food) respondendo por cerca de R$ 42,94 bilhões, ou seja, mais da metade do total. Repare que as duas projeções, apesar de usarem metodologias diferentes, apontam para a mesma direção: o setor ultrapassa os R$ 80 bilhões.

O Brasil também aparece entre os três países com mais animais de estimação do planeta. Isso explica por que marcas internacionais olham tanto para cá. Você pode ler os detalhes no Compre Rural e no GiroNews.

Cachorro em consulta com veterinário na clínica
Consultas de rotina seguem entre os maiores gastos dos tutores.

3. Um exemplo de fábrica gaúcha que aposta em ração úmida

Em artigo de opinião publicado em 18 de setembro de 2026 no Jornal do Comércio, Pedro Pian, sócio-fundador da Pian Alimentos, conta que a empresa, com 42 anos de estrada e marcas como Mikcat e Mikdog, investiu R$ 40 milhões na ampliação da fábrica em Paraí, na Serra Gaúcha. A projeção dele é de alta de 30% nas vendas de rações úmidas nos próximos 12 meses, além de um petisco cremoso em bisnaga, 100% natural, inspirado em receita japonesa.

Atenção: é um texto de opinião de um empresário do setor, então vale ler como visão de quem vende, e não como dado neutro de mercado. Ainda assim, mostra uma tendência que você provavelmente já notou no mercado: os sachês e as rações úmidas ganharam espaço, principalmente entre tutores de gatos. A fonte é o Jornal do Comércio.

4. Saúde Única e saúde mental de cães e gatos

Passando para o lado da saúde, a edição de julho de 2026 da revista Cães&Gatos trata do conceito de Saúde Única, a ideia de que a saúde dos animais, das pessoas e do ambiente está ligada. A mesma edição traz uma reportagem sobre o aumento de diagnósticos de distúrbios psicológicos e de comportamento em cães e gatos, como ansiedade de separação e estresse. Você pode ver o material completo na revista Cães&Gatos.

Sem dramatizar: se o seu pet anda destruindo móveis, lambendo as patas sem parar ou mudou o apetite de uma hora para a outra, o caminho é conversar com o veterinário, e não tentar resolver sozinho por tentativa e erro. Este conteúdo é informativo e não substitui consulta profissional. Se quiser aprofundar o assunto de cuidados com bichinhos mais velhos, vale ler nosso texto sobre pets idosos.

5. Setor pet em números e a PET South America

Outra matéria da Band, sobre o setor pet movimentar cerca de R$ 77,9 bilhões, traz as tendências do mercado e a feira PET South America, que acontece de 12 a 14 de agosto de 2026 no Distrito Anhembi, em São Paulo. Embora o evento já tenha passado, as tendências que circulam por lá costumam chegar às prateleiras nos meses seguintes. Confira a matéria na Band.

Você deve ter percebido que os valores variam de R$ 77,9 bilhões a mais de R$ 80 bilhões conforme a entidade e o ano de referência. Isso é normal: cada associação mede de um jeito, e uns falam do faturamento realizado, outros da projeção. Por isso, na hora de citar um número, o ideal é sempre dizer de onde ele veio.

6. Gatos crescendo nos lares brasileiros

Um levantamento do Instituto Pet Brasil, noticiado pela Tribuna de Jundiaí, mostra que o número de gatos nos lares cresceu cerca de 8% entre 2013 e 2018, enquanto o de cães subiu 3,8%. Importante: essa reportagem é de 2019, então os números são antigos, mas ajudam a entender por que o universo felino ganhou tanta atenção do mercado desde então. A veterinária ouvida na matéria cita a independência dos gatos e a praticidade de cuidados como motivos. Leia na Tribuna de Jundiaí.

Se você tem gato em casa, aproveite para rever os brinquedos dele: temos um guia com dicas de brinquedos seguros para cães e gatos.

Vídeo: Gatos caem no gosto da população e agitam o mercado pet. Licença Creative Commons.

Conclusão

O recado de hoje é direto: o mercado pet brasileiro passa de R$ 80 bilhões em 2026 segundo as projeções, a comida lidera os gastos e a saúde, inclusive a mental, ganha cada vez mais espaço. Para você, tutor, a melhor atitude é usar essa abundância a seu favor: comparar preços, conversar com o veterinário e não cair em modismo só porque está em alta. Quer mais leituras? Veja também as notícias de ontem em Notícias de 1º de novembro e o texto sobre cio em cadelas e gatas.

Gato descansando no sofá ao sol
Um soninho ao sol: o dia a dia do pet também é saúde.

Perguntas frequentes

Quanto o mercado pet deve movimentar no Brasil em 2026?

As projeções divulgadas na imprensa apontam para algo entre R$ 80 bilhões e R$ 81 bilhões, dependendo da entidade, como Abinpet e Abempet.

O que representa a maior fatia do setor?

A alimentação (pet food), que na estimativa da Abempet soma cerca de R$ 42,94 bilhões, mais da metade do total projetado.

Mudanças de comportamento do pet exigem veterinário?

Sim. Alterações de apetite, agitação, lambedura excessiva ou destruição de objetos podem ter causa médica ou emocional, e só o veterinário pode avaliar. Este texto é informativo.

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