Documentário retrata Istambul pelos olhos de três vira-latas

Istambul é conhecida por seus gatos, já representados em estátua e filme. Agora é vez dos cães mostrarem sua visão da cidade em um documentário.

Em “Stray”, a diretora Elizabeth Lo conta com três vira-latas para mostrar o cotidiano dos animais.

Os protagonistas são o independente Zeytin, que gosta de embarcar em aventuras solitárias à noite; a carinhosa Nazar, que logo se torna amiga de humanos ao seu redor; e a tímida Kartal, que vive em uma construção e conta com pessoas que cuidam dela.

O filme não está disponível em plataformas de streaming no Brasil, mas pode ser alugado na Amazon. O trailer, em turco e legendas em inglês, pode ser visto aqui:

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Leia reportagem de Hanna Rantala, da agência Reuters, sobre o documentário:

Zeytin gosta de percorrer as ruas de Istambul à noite, Nazar faz amizade com estranhos facilmente, e Kartal mora em um canteiro de obra da vibrante cidade turca.

O trio é o foco do novo documentário “Stray”, que retrata a vida cotidiana de Istambul pelos olhos de três cães que circulam por suas ruas em busca de comida, perambulando ao longo do Bósforo e se deparando com uma marcha pelos direitos das mulheres.

Inspirada pela dor da perda de seu animal de estimação da infância, a diretora nascida em Hong Kong Elizabeth Lo disse que queria fazer um filme sobre cães e que ficou fascinada ao saber de uma lei turca de 2014 que protege animais vira-latas da crueldade e exige que eles sejam bem tratados.

“Lembro quando eu… fui a Istambul e vi a maneira como os cães estavam vivendo, pareceu que eles eram cuidados comunalmente e que podiam ter amizades transitórias com todas as pessoas ao seu redor, fiquei realmente maravilhada com aquilo”, disse.

“Quis documentar isso e capturá-lo para o resto do mundo ver, meio que para pedir para reavaliarmos nossos relacionamentos com outras espécies, e em particular os cães.”

Lo encontrou Zeytin, a estrela do filme, em um túnel onde a viu correndo atrás de um grupo de jovens refugiados sírios, que têm destaque no documentário por causa de sua relação com os vira-latas.

“Estas foram coisas que realmente me comoveram”, contou.

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